Uruguai, Monitorização Nacional de Pragas e Doenças das Abelhas Melíferas

Onze anos após a primeira monitorização a nível nacional da saúde das abelhas, investigadores uruguaios realizaram um novo inquérito em todo o país e publicaram os resultados no Journal of Apicultural Research.

No mais recente acompanhamento, os investigadores observaram uma transição de acaricidas sintéticos para orgânicos no controlo da Varroa, bem como alterações na prevalência de alguns agentes patogénicos das abelhas. Lotmaria passim apresentou a prevalência mais elevada (60%), seguido pelo DWV (31%), pelo SBV (27%), CBPV (25%), BQCV (22%) e ABPV (6%). Nosema ceranae a infeção apresentou níveis mais baixos em comparação com os relatados em países europeus.

No que diz respeito à biodiversidade das abelhas, tal como em 2011, a maioria das colónias era de abelhas africanizadas (62,5%).

Segundo os investigadores, os programas de monitorização periódicos são importantes para fundamentar medidas de controlo mais rigorosas e proteger a saúde das abelhas.

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